ANATOMIA DA CRTICA NORTHROP FRYE PDF

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View Northrop Frye – Anatomia da from MICROBIOLO at l (” ~: ANATOMIA DA NORTHROP CRTICA FRYE N01’th1’0p F1’ye bbra de citao por. FRYE, Northrop – Fbulas de Report. Post on Nov northrop frye- anatomia da crtica Documents · herman northrop frye anatomija kritike. Frye postulaa concepçãoda crÃticacomo uma estruturade pensamentoe conhecimento I (~: NORTHROP FRYE, NATOMIA DA CRITICA Traduçã ode.

Author: Zololabar Vugami
Country: Andorra
Language: English (Spanish)
Genre: Music
Published (Last): 10 August 2005
Pages: 330
PDF File Size: 6.20 Mb
ePub File Size: 4.92 Mb
ISBN: 403-8-34715-349-8
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The Educated Imagination – Northrop Frye

Quantos infernciasque podemser tiradasda resenhaacima,uma claramenteesta: E o que verdadesobreo poetacom respeito sua obra ainda mais verdadequanto sua opinio sobre outros poetas. O hericmicoobterseutriunfo,sejasensatoou toloo queeletenhafeito,honestoouvil. Frye formulaurti sistemaconceptualpara a anliseda lite-ratura.

Alexa Actionable Analytics for the Web. Logo mevi emaranhadonaquelaspartesda crtica que se interessamporpalavras tais como “mito”, “smbolo”, “ritual” e “arqutipo”, emeus esforospara deslindar essaspalavras,em vrios artigosque publiquei,foram recebidoscom interessebastantepara enco-rajar-mea prosseguirnessecaminho. Este livro contm a essnciadas quatro preleespblicas que fiz em Princeton em maro de Mas comoum deussuperior natureza,bemcomoaosoutroshomens,a mortedeum deusenvolveapropriadamenteo queShakespeare,no Vnuse Adnis,chamaa “solenesimpatia”danatureza,tendoa palavrasolene,aqui,algode suasligaesetimolgicascomo ritual.

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A Memria,diziao mitogregono comeode seuperodohistrico, a medasMusas,queinspiramospoetas,masnomaisno mesmograuemqueo deusinspirao orculo- apesardeos poetasseafer-raremaoliameenquantopuderam. Naslinhasiniciaisdo Inferno a afinidadedo grandepoemaenciclo-pdico,tantocomo wnatomia exlio,comocomo poemavisio-nrio,estclaramentefixada.

Na estriaromanescaelegacaamortalidadedoheri principalmenteum fatonatural,a marcade sua humanidade;na tragdiaimitativaelevada tambmum fatosociale moral.

A projeoexistencialda ironiatalvezsejao prprioexistencialisma;e a voltadaironiaaomito69 ‘seacompanhanoapenasdasteoriascclicasdahistriaj men-cionadas,mas,emestdioposterior,deuminteressemuitodifun-didopelafilosofiasacramentale a teologiadogmtica. Temosdeadotara hiptese,pois,de que,assimcomoexisteuma ordemda naturezapor trs das cinciasnaturais,a literaturano um monteempilhadode “obras”,masuma]ordemde palavras. Na literaturafrancesa,comeae terminacercade cin-qentaanosantes.

Interrogadossobrequalaformadeficoemprosaa quepertencemAs Viagensde Gulliver,h poucoscrticosque,se pudessemdar a resposta”stirame-nipia”,considerariamissoumconhecimentoessencialparalidarcomo livro,emboraalgumanoodoquevema serum’romanceconstituapor certoumacondioprviaparacuidarde um ro-mancistasrio.

O presente livro admite que aTeoria da Literatura uma atividadehumansticae liberal toimportantecomo o exercciodas letras. Por seu turno, so estesficcionaisem nfase,se comparadoscom um ensaiode Montaigne.

The Bible and Literature. No planomticohmaislendadoquefatos,mas claroqueopoetacantordosdeuses freqentementeconsideradocomoumdeusquecantaou comoinstrumentode um deles. Numploesta inevitvelironiada vida humana. PromoverSheIley,como fundamentode queseuamorliberdadefala ao coraodo homemmodernomais imediata-mentedo queos poetasqueaceitaramvaloressociaisobsoletos. As razesparaoexcepcionalpapeldoselementospolticosno Paraso Perdido soconhecidas,e no constituemreal dificuldadepara v-Iocomoepopianacional.

Nalgumasfices,diz ele,as personagenssomelhoresdo quens,em outraspiores,emoutrasaindaficamnomesmoplano. Umareaoextremacontrao primitivomododever,aomesmotempoassociadacomo lemada “artepelaarte”,imaginaa artenostermosprecisamenteopostos,comoum mistrio,uma iniciaoparaingressonumacomunidadeesotericamentecivilizada.

No h posiesdefinidasa serem tomadasem Qumica ou emFilologia, e se houver alguma a ser tomadana crtica, a crticanoserum campode cinciagenuna. Entrementes,a miopiadaespecializaocontinuaparte inseparvelda induoingnua.

Lendoadiantenahistria,portanto,podemospensaremnossosmodosromanesco,imitativoelevadoe imitativobaixo,comonumasriede mitosdeslocados,mythoi ou frmulasdeenredoquesemovemprogressivamenterumoaoploopostodaverossimilhana,e ento,coma ironia,comeama rctica.

Se a crtica existe,deveconsistirnum exameda literatura,em termosde uma estrutura conceptualderivadade uma vistageral, indutiva, do campo literrio. As cincias comeamnormalmentenum estado de induoingnua: Se se afirma que no se pode criticar a literatura sem quese tenhaadquiridouma filosofia coerenteda vida,com seucentrode gravidadenoutra coisa,a existnciada crtica comodisciplina parte tambmest sendonegada.

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The Educated Imagination – Northrop Frye

Mas apenasuma suposioinvoluntria -pelo menosnunca a vi expostacomo doutrina – e seria certa-mentede conveninciaque no passasse,verificadamente,de umdisparate.

Explore the Home Gift Guide. Seriainteressantevero que tal livro sobrea crtica encerraria. Paraessateoria,os wnatomia poderdeproduzi-Iacomoo dinheiroparaserempatronos,e assimformamumaclassederevendedoresdacultura,quea distribuem sociedadecomlucroparasi mesmos,ao exploraro artistae aumentara cargasobreo pblicodeste.

Maso ironistafabulasemmora-lizar,eno temobjetivo,a nosero seuassunto. Deparamosa concepode ironia na tica de Aristteles,ondeo eron o homemquesecensura,ao contrriodoalazn. Dosnomesde Shakespearefalareidepois,maisde critca muitasvezesbarbaristicamente- amalgamadosde vriastradiese lnguas.

O crticoquetentaaplicartaisprincpioscomespritomaisliberalou maiscautelosologoterdeampliarsuasconcepesaoponto,naturalmentenodedizer,masde tentarescondero fato de queeleestdizendo: Na estriaromanescatemossereshumanosreais,e em conseqnciaos fantasmasestoem categoriaseparada,masna estriaromanescaum espectrono passa,em regra,de maisumapersonagem;causapequenasurpresaporquesuaapariono maismaravilhosado que muitosoutrosfatos.

Tal co-mdiaseriao tipodapardiaintelectualizadadasformasmelo-dramticas,representada,por exemplo,pelos romancesde53 liGrahamGreene.